Na marinha, onde a Câmara Municipal de Aveiro decidiu cumprir o objectivo duplo "preservar o método tradicional de produzir o sal e dar a conhecer o que é o sal marinho", conta-se a história daquela que foi a vivência das várias centenas de Marnotos que cuidavam das marinhas da região. João Banca é um dos poucos que ainda se mantêm fiel à arte e atualmente, fá-lo com uma dupla responsabilidade. É a este Marnoto que compete manter a produção de sal no ecomuseu aveirense, para que os visitantes possam acompanhar todos os passos da actividade ancestral.
De Março até Junho, os visitantes não vêem produzir o sal, mas acompanham o processo de limpeza das marinhas e da reconstrução dos muros. Por esta altura, explicamos como se faz o sal e convidam se as pessoas a observarem a fauna e a flora deste local. A partir de Junho, Julho, já se pode ver in loco a cristalização do sal, esta é uma das fases que mais atraem os visitantes. Especialmente os mais novos, pois adoram tocar no sal.
Os passeios de barco Moliceiro na Veneza de Portugal pelos canais da Ria de Aveiro contemplam este Ecomuseu que é um ponto de paragem obrigatório para todas as empresas que disponibilizam este tipo de serviço.


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